sábado, 3 de setembro de 2016

Os "evangelhos" e O Evangelho

     Hoje há tantas igrejas, tantos evangelhos, tantas mensagens diferentes e distintas que está se tornando difícil encontrar Deus. Os "evangelhos" que têm sido pregados são belas mensagens para se ouvir, agradáveis aos nossos ouvidos, acariciam nossos egos e fazem sentir-nos invencíveis, pequenos "deuses" na terra - e acredite, existe um "evangelho" que prega exatamente isso por aí. O evangelho da "prosperidade", que promete apenas bens materiais; o evangelho da "invencibilidade", que promete apenas vitórias e transforma o ser humano em uma espécie de super-herói cristão; o evangelho do "reteté", uma mensagem de avivamento baseada em sinais, milagres e profecias. Isso pra dizer apenas os "evangelhos" pregados por quem se diz cristão. Porque há ainda o evangelho de Mórmon, o evangelho de Allan Kardec, e outros. Porém, o apóstolo Paulo já havia previsto tais "evangelhos".
"Porque virá tempo em que não suportarão a sã doutrina; mas, tendo comichão nos ouvidos, amontoarão para si doutores conforme as suas próprias concupiscências"
(II Timóteo 4:3).
     Hoje, podemos escolher o "evangelho" que mais nos agrada e ouvirmos as mensagens que mais acariciam nosso ego. Basta apenas escolher. Ligamos a TV e podemos escolher, entre vários canais, um que está pregando um evangelho mais agradável.     O evangelho passou a ser vendido. Vendem-se lenços ungidos, rosas ungidas, meias ungidas, óleo ungido e um monte de outros "talismãs" e "amuletos" cristãos. A venda de indulgências pela Igreja Católica na Idade Média, que foi a causa das 95 teses de Lutero e, consequentemente, da Reforma Protestante, voltou às nossas igrejas com força total através de objetos supostamente "ungidos".     Mas a própria Bíblia nos alerta sobre tais evangelhos, através das palavras do apóstolo Paulo:
"Mas, ainda que nós mesmos ou um anjo do céu vos anuncie outro evangelho além do que já vos tenho anunciado, seja anátema. Assim, como já vo-lo dissemos, agora de novo também vo-lo digo. Se alguém vos anunciar outro evangelho além do que já recebestes, seja anátema."
(Gálatas 1:8-9).
     O verdadeiro evangelho, se pregado hoje, parecerá loucura. O evangelho do "negue-se a si mesmo, tome sua cruz e siga-me" soa dolorosamente aos ouvidos. Mas esse é o ÚNICO e VERDADEIRO Evangelho.
"Porque a mensagem da cruz é loucura para os que perecem; mas para nós, que somos salvos, é o poder de Deus"
(I Corintios 1:18).
     A MENSAGEM DA CRUZ É O ÚNICO E VERDADEIRO EVANGELHO. A ÚNICA MENSAGEM DIGNA DE SER OUVIDA, A ÚNICA QUE VALE A PENA SER VIVIDA, A ÚNICA QUE REALMENTE LEVAR O HOMEM A DEUS.

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